Internet Das Coisa







Internet das Coisas é um conceito que vem da língua inglesa (IoT Internet of Things), este conceito tecnológico é atribuída a Kevin Ashton, cientista britânico cofundador do Auto-ID Center, vinculado ao Massachusetts Institute of Technology (MIT). O termo usado por ele numa apresentação em 1999 na empresa Procter & Gamble (P&G). Dez anos depois, num artigo publicado através do RFID Journal, "A Coisa da Internet das Coisas" ele cita como sinônimo de ambientes conectados. 
 

   Lemos  (2013), apesar de usar o conceito, ele faz uma critica dizendo que "não há uma internete das coisas" nem uma "internete das pessoas". só há híbridos, na internet ou em qualquer outra red sociotécnica. Para nos fazer compreender o fenômeno técnico o autor nos alerta para evitar definitivamente uma perspectiva essencialista que insiste na separação entre sujeito e objeto. Assim sendo, é complicado falar na purificação da separação de coisas e pessoas quando nos referimos a internet, já que ela, como qualquer outras redes sociotécticas é sempre um hibridismos, requer um rigor na sua definição. 



   Segundo o autor o que esta sendo chamado de "internet das coisas" é uma nova configuração da red internet, na qual o real e o virtual, ou seja, concretos e digitalizados trocam informações sem um usuário humano dirigindo diretamente o processo. Nesse caso, o usuário esta fora do núcleo central da mediação, ele age e "é agido" a posterior. 

 
    Para Zuin (2016),  as "Coisas" passaram a ser um monitor cardíaco, um chip transmissor, um localizador, um termômetro, uma câmera de segurança, uma porta, sensores no motor de um carro, um aparelho celular, de som, TV, ar condicionado luz, calculador, etc. Enfim internete das coisas é qualquer coisa que possa enviar e,ou, receber dados através de uma rede sem fios ou cabeada, sem qualquer interação humana.
   

  Porem, funcionamento da A Internet das Coisas passa por algumas categorizações ligado; A comunicação, na  trocam dados entre os dispositivos; Os   sensores, utilizados para capturar e representar o mundo físico no mundo digital; Como  atuadores, que executam ações no mundo físico desencadeadas no mundo digital; O armazenamento, de dados recebidos, de todos os dispositivos; como dispositivos, utilizados na interação com o mundo físico; como  processamento,   utilizado como data minning e serviços. Assim como localização e rastreamento, na localização no mundo físico e  identificação,    com base num ID único no mundo digital de forma que os dispositivos trocam dados entre eles.


 A tecnologia não perdendo muito tempo na sua propagação pelos mercados mundiais, esses produtos mais modernos chegarem até a Moçambique cada vez menos atrasados, apesar dos preços serem menos acessível a muitos moçambicanos. 
 


Essa preocupação atual com a internet das coisas foi difundida no pais a partir da Feira de Tecnologias de Informação e Comunicação MozTech. O evento, sob o tema Tendências Tecnológicas e Oportunidades para Moçambique, pretendeu ser uma mostra de produtos, serviços, tendências e ideias que, no mesmo espaço, reunirá toda a cadeia de valor associada ao consumo, produção, gestão e distribuição de tecnologia, telecomunicações e conteúdos.



Em Moçambique um dos dispositivos da internete das coisas cada vez mais presentes nas vidas dos cidadão e o telefone celular.


 

   Este dispositivo tecnológico de comunicação, permite uma massificação da trocam informações e mediação das ações da nova dimensão da internet, é vista como uma porta de entrada para a nova fase do desenvolvimento da Sociedade da Informação que claramente se associa ao desenvolvimento de outras base tecnologias de identificação e especificação de objetos. 
  
 
  
 Assim como, outras possibilidades de avanço da internet das coisas nas mais diversas áreas, tais a saúde a pesar de carecer mas investimentos nesta área, a internete das coisas entre outras coisas, esta disponível como dispositivos utilizados para conectar a partilha de dados coletados dos pacientes em tempo real para o sistema.
 
   O país preveem um crescimento em dispositivos para arrecadação das receita em varias áreas que despertam o interesse do Estado. Entretanto, são revitalizados esforços na utilização de sistemas avançados e sensores ativos na eficiente e segura de portos, aeroportos, bancos e outros meios de transporte de encomendas de grandes quantidades de bens diversos.
              
Entre outras áreas que estão se beneficiando da internet das coisas em Moçambique se destacam; eletrodoméstico;

A industrial, com as indústrias de petróleo que esta sendo recentemente montada;

Indústria de carvão
 

Indústria de alumínio

Indústria de Gás

Indústria energética


Nessa toda preocupação a educação esta a quem do uso da internet das  coisas, cabendo muitas vezes os moçambicanos individualmente poderem usar um ou outro dispositivo para o seu beneficio pessoal. 






Bibliografia:

LEMOS, André. Internet das coisas. In: LEMOS, André. A comunicação das coisas: teoria ator-rede e cibercultura. São Paulo: Annablume, 2013, p. 239-270.
ZUIN, Vânia Gomes; ZUIN. Antônio Álvaro Soares. A formação no tempo e no espaço da internet das coisas. Educação e Sociedade, v.37, n. 136, p. 757-773, jul./set. 2016 
http://mundogeo.com/blog/2016/12/20/internet-das-coisas-deve-ter-plano-nacional-em-2017-entenda/
 

Comentários

  1. Tomé aquele filme de youtube que você compartilho da filha e da mãe com alzhaimer me faz pensar que as tecnologias tem muito que avançar para ajudar pessoas com esse tipo de doenças, o internet das coisas no campo da saúde ven possibilitando fazer as vidas das pessoas muito mais faciles.

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  2. Muito obrigado Angela, você esta certa, eu penso nesta perspectiva, do lugar das tecnologias hoje.

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